O dia de ontem foi magnifico e não esperado. Este dia adicional só aconteceu por acaso, por arranjo do programa que elaborei, porque era suposto que Shanghai era mais uma cidade igual a tantas outras existentes no mundo ocidental e que não valeria muito do nosso tempo. Puro engano. Merece tanto uma visita com Sydney ou o Rio de Janeiro. Passeámos pela Yanjing Road, que fica no centro, só com trânsito pedonal, cheia de comércio de loja de rua, grandes malls e restaurantes. Experimentámos a arte de regatear a sério, mesmo quando no grande centro comercial com os preços marcados na etiqueta. Por exemplo, um sobretudo dito de cashmere que estava marcado por 300 euros foi-me de imediato oferecido pela empregada por 25! Se eu estivesse interessado a coisa viria por ai abaixo. A boa noticia e que as senhoras se portaram muito bem e não quiseram gastar muito tempo em compras. Lindo, lindo sao as marcas de imitação do tipo Luis Votom, Ralo Polo, e depois digam que os chineses fazem contrafação....eles têm e marcas próprias, milenares, que os europeus e americanos se limitaram a copiar no século 20. No final da safra apenas compramos uma bateria suplementar para a maquina de fotos e um chip de memoria de 4MB para o LM e CM. O almoço foi no M on The Bund, famoso restaurante entre os turistas que gostam de comida mediterrânica. Fica num sétimo andar em plena The Bund (nos por calão já dizíamos Bunda, como e óbvio), tem um grande terraço com vista para o rio e o bairro financeiro de Pudong e serve comida de Chef excelente, mesmo tipo mediterrânico. O serviço e digno dos nossos melhores restaurantes e ao almoço tem um menu especial, mais barato segundo julgo, que no final nos custou 160 euros para 6 pessoas bebendo cerveja (o vinho e muito caro - o mais barato, chinês!, aqui custa 35 euros). Tomamos café no terraço e fizemos as fotos que se impunham.
Fomos fazer a digestão para o bairro de Pudong, atravessando o rio por um túnel para peões, sendo transportados por 4,5 euros de ida e volta numa espécie dum pequeno carro eléctrico. O must, para crianças, sao os sons e luzes que vão iluminado o túnel ao longo do percurso. Estivemos numa esplanada a espera do por do sol e do acender das luzes da Bunda para bebermos a vista. Depois de muitos barcos passantes, de lotes de agua e cerveja bebida, la chegou a noite. E a beleza do cenário e indescritível. Os edifícios da Bunda, de arquitectura europeias do sec 19 e 20, ficam iluminados nos seu contornos e frontarias por iluminação amarelada a que juntam os reclames luminosos no topo de alguns edifícios. A tudo isto vem juntar-se a arte dos chineses de vender o que e naturalmente belo, com as viagens no rio de varios barcos de passeios e jantar para turistas profusamente iluminados com cores muito garridas. Visto isto, regressamos rapidamente ao outro lado para vermos o skyline da torre e dos edifícios do bairro de Pudong. Encontramos o passeio da Bunda abarrotado de gente, ao contrario daquele de que vínhamos que estava mais calmo. Bem, o skyline pode dizer-se que so por si seria semelhante, por exemplo ao de Sydney. Mas complementado com a vista de 180 graus horizonte com vista interessante e maior e mais rico. Enfim do que vi ate hoje e sem duvida o melhor e recomendo-o.
Para variar, ao jantar, numa Pizza Hut, encontramos um grupo de 4 portugueses que estavam ca em trabalho. Disseram-nos que tinham visitado em negócios umas empresas e que estavam positivamente admirados com o nível de organização que encontraram. Aquela ideia pre concebida que temos do chinês atrasado, andar de bicicleta que so sabe cultivar campos de arroz pertence ao passado.
Estamos quase de partida para Xi An, para mergulharmos numa viagem cultural ao passado milenar deste povo com que estou a simpatizar seriamente.
Ate já!
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
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