Estamos a acabar o dia 15 na China, já em Pequim, onde chegamos ontem com duas horas de atraso, mas bem dispostos.
O hotel é excelente (Capital Hotel), um 4 estrelas que mais parece 5, muito perto da praça Tianamen, facto que aproveitamos para ainda ontem à noite lá irmos fazer uma primeira sessão de fotos. Impressiona o tamanho deste deserto de cimento, a multidão de turistas que circula e a quantidade de polícia a pé e de carro que circula permanentemente pelo meio das pessoas. A aventura foi sair de lá a pé para procurarmos um restaurante onde jantar. Ali, qualquer erro na direcção pode significar termos de andar quilómetros ao contrário. Informações ninguém dá, porque ninguém é da cá e os polícias em geral não falam mais do que a sua própria língua. Absolutamente ao acaso acertámos com a direcção, e depois duns bons 3 kms entrámos nas zonas dos restaurantes. Mais uma vez, caímos num fast food americano, para desenjoar da comida chinesa e também porque a fome não era muita. Desta vez foi um MacDonalds.
No regresso ao hotel vivemos a aventura dos taxistas vigaristas, que por uma corrida de 1 euro queriam 5 e não nos deixavam entrar no carro se não aceitássemos. Depois de várias cenas destas e de muitas pragas rogadas em português vernáculo nortenho lá conseguimos arranjar dois sérios. A mesma coisa em toda a parte do mundo com estes senhores do taxímetro.
O dia de hoje, já com a guia, carregou-nos as pernas de cansaço, percorrendo de manhã a praça Tianamen em diagonal (aquilo tem 4 hectares e comporta um milhão de pessoas, sendo considerada a maior praça do mundo) para entrarmos depois na cidade proíbida. Esta desenvolve-se também por uma área enorme e percorrer aquilo tudo e tarefa árdua, mas o que se vê é lindíssimo. A colocação dos edifícios no espaço, a arquitectura e as decorações formam um conjunto harmonioso, parte do qual esta em recuperação, para estar em grande forma na altura dos jogos olímpicos, dentro dum ano. Muitos edifícios estão já totalmente recuperados. Depois de almoço ainda fomos ao Templo do Céu e restantes edifícios que o circundam. O Templo propriamente dito, acabadinho de recuperar é possivelmente a peça mais bela do que se pode ver por aqui, valendo só por si o dia de visita.
Perto das seis da tarde, fomos jantar ao restaurante mais famoso da China, para comer o pato lacado. É bom, comido como nos ensinaram, enrolando a carne cortada em lascas finas em massa de pão muito fina, depois de termos juntado molho de soja.
Em seguida fomos à ópera chinesa antiga, com o interesse de assistirmos ao make-up dos actores, o que só por si é um espectáculo, já que eles usam pinturas complicadíssimas na cara. O espectáculo em palco vale pelo colorido e movimentação dos actores, mas o enredo é quase infantil.
domingo, 26 de agosto de 2007
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